Memória digital · 2002–2014

Memória Digital

Comentários e mensagens preservados dos primeiros anos do RioEspera.com: nomes, lembranças, histórias de família, opiniões e reencontros com Rio Espera.

Sobre este arquivo

Comentários históricos & Livro de Visitas

Esta página reúne duas coleções históricas do antigo RioEspera.com. A redação, a ortografia e as opiniões dos autores foram preservadas sempre que possível. Endereços de e-mail, telefones e endereços IP foram omitidos por privacidade.

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908 mensagens preservadas 9 anos com registros

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2003

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Comentários históricos

Celma De Fátima Silva

22/set/2003 — Tiradentes · MG · Brasil

Meu nome é Celma,

Moro em Tiradentes, mas sou natural de Rio Espera. Nasci na Fazenda dos Miranda em 10 de abril de 1967. Meus padrinhos são daí. Fui batizada, meus padrinhos são da familia Miranda, morro de curiosidade de visitar minha terra natal, pois saí desta cidade ainda bebê, meu pai era militar nesta cidade e se chamava Miltom Rorigues da Silva. Gostaria muito de conhecer a fazenda onde eu nasci.

Fiquei feliz em saber do site, das imagens da cidade, da preocupação com a cultura e o patrimônio. Gostaria de receber notícas, fotos, informações sobre os eventos e, principalmente, participar da Festa do Rioesperense Ausente. Gostaria ainda de saber se existe um outro caminho alternativo para quem mora em Tiradentes - MG. O nome do meu padrinho de batismo é: Victoriano Pereira de Miranda, já falecido em 1984.

Vou me despedindo, mas espero que seja um até breve, pois vou visitar a minha terra natal. O site está muito legal. Um abraço, Celma e Wagner.

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Quando Rio Espera começou a se encontrar na Internet

O Livro de Visitas começa em 2002, quando encontrar fotografias, histórias familiares e notícias de uma pequena cidade mineira pela Internet ainda era novidade. As mensagens mostram pessoas redescobrindo parentes, lembrando ruas, escolas e festas e deixando registros do que Rio Espera significava para elas.

Hoje, esses textos também documentam a própria história do RioEspera.com: uma conversa comunitária que atravessou anos e que agora volta a ficar pesquisável.

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