Livro de Visitas
Comendador Átila Reys
Aos meus queridos conterrâneos, filhos da cidade de Rio Espera, cidadãos maculados pela saudade de outrora.
Saudosas as noites em que caminhávamos por estas ruas ao lado dos algozes da madrugada: Pereira, Paulo Luciano, Zé Reis e tantos outros que vieram antes de minha "puberdade adolecente".
Saudade que arde no peito deste "RioEsperense" que aqui declina estas frases ao me relembrar das paradas no Zé Trant, Bar do Guti,os Forrós do Vadinho Tem Tem, a sinuca do Argemiro e como nao podia faltar os Pasteis do Bar do Tavinho,
Nossos finais de semana regados a uma boa musica na discoteca do Diguilé e do Damasio.
Hoje quando ando por estas ruas me bate forte o coração um aperto de saudade, Ah! tempos de outrora que não mais hão de voltar.
Minhas lembranças se transformam em postais que passam pela minha mente como se fossem imagens inesquecíveis, ímpares na sua grandeza e beleza.
Rogo a Deus para que esta cidade magica, a nossa amada Rio Espera seja para voce que le meu desabafo em forma de prosa, uma ancora para que nos momentos de águas revoltas nos mares da vida tenha onde se se ancorar e se preciso for, a sua casa retornar.
Estou muito perto aproximadamente a 10 km das fronteiras municipais onde me recolho nos finais de semana com meus filhos e família, porem meu coração esta ai, incrustrado as minhas lembranças
Que Nossa Senhora da Piedade proteja os Rioesperenses e que esta pagina seja sempre usada para levar aos leitores o amor e o saudosismo de nossa infância.
Comendador Átila Reys
Memória digital · 2002–2014
Memória Digital
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